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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Semana Global do Empreendedorismo


Faltam menos de 25 dias para a Semana Global do Empreendedorismo!

Com a iniciativa, os empreendedores terão acesso a informações, relacionamento, criatividade e inspiração para tirar suas ideias do papel e construir algo único, inovador, original.

O site da Semana Global está pronto para receber as atividades! Para se cadastrar, entre no link http://www.semanaglobal.org.br/cadatividade.php

Em 2009, a iniciativa aconteceu simultaneamente em 90 países com o total de 25 mil atividades, 10 mil parceiros e 7,6 milhões de pessoas envolvidas.
O Brasil, mobilizou 5 milhões de pessoas, o que representa mais da metade do número global, 560 parceiros e 1.735 atividades.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Procura-se empreendedores para mudar o mundo!


Fonte: Newsletter da Endeavor

A segunda edição do Unreasonable Institute (UI) unirá 25 dos empreendedores mais promissores do mundo, que estão trabalhando incansavelmente para resolver grandes problemas sociais e ambientais.

Ao longo de 8 semanas – durante o verão de 2011 (Junho/Julho) – estes empreendedores vão trabalhar e viver com 60 mentores de classe mundial, fazer pitches de seus empreendimentos para investidores em cinco grandes centros empresariais nos Estados Unidos (São Francisco, Boulder, Boston, Nova York e Washington DC), aprender com as maiores organizações de consultoria e ganhar toda a exposição, formação, orientação e acesso a capital inicial necessário para dar asas aos seus empreendimentos.

Em última análise, o instituto está focado em um objetivo: acelerar empreendimentos que irão melhorar significativamente a vida de 1.000.000 pessoas e que as gerações futuras vão lembrar como tendo definido o progresso no nosso tempo. Leia as informações sobre tudo que um Unreasoable Fellow ganha, e veja os requisitos para aplicar.

Se você estiver confiante de que o que você faz o coloca entre os empreendedores mais promissores do mundo, destinado a definir o progresso em nosso tempo, clique aqui para se inscrever! As inscrições terminam no dia 10 de novembro, 2010.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Empreendedorismo dentro de casa gera lucro para Algar

Fonte: Brasil Econômico

Empresa investiu R$ 1,7 milhão em 2009 em projetos propostos por funcionários. E prevê retorno de R$ 45,7 milhões

Santo de casa faz milagre sim. É o que garantem os especialistas quando se trata de intraempreendedorismo, atividade estimulada por algumas empresas para que os funcionários tenham condições de desenvolver e aplicar ideias de melhoria ao trabalho. Marcos Hashimoto, coordenador do centro de empreendedorismo do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), afirma que esse tipo de iniciativa deixou de ser exclusiva das empresas de tecnologia e informática. Setores como indústria e serviços também acolheram a ideia e viram a receita crescer. “Empresas que não dão valor aos seus empreendedores internos os perdem para a concorrência ou para um negócio próprio”, diz Hashimoto. O Algar, grupo que atua nas áreas de tecnologia, telecomunicação, agronegócios, serviços e turismo, está entre as que preferem aproveitar as inovações em vez de perdê-las. A empresa investiu R$ 1,7 milhão, em2009, na execução de 100 projetos elaborados por funcionários. E projeta um retorno financeiro de R$ 45,7 milhões em 12 meses para eles. “Nossa proposta é que o problema seja transformado em oportunidade, em inovação”, diz José Mauro Floriano, consultor em gestão de processos da Algar.
Apenas os projetos que comprovam resultados após a fase de testes recebem financiamento para serem colocados em prática. Consequentemente participam de uma mostra que acontece todo ano, sempre no mês de outubro. Um dos projetos implantados pela empresa foi da supervisora de educação Patrícia Fonseca, da universidade corporativa do grupo, a UniAlgar. Ela propôs uma mensuração de treinamentos e do seu retorno qualitativo e quantitativo. “Medir informação e conhecimento adquirido em cursos e workshops é um dos principais desafios da área de educação e esse foi meu agente motivador”, afirma. O projeto implantado na área de telecomunicações tem mostrado quais os cursos e treinamentos mais efetivos. O retorno financeiro para a equipe empreendedora pode ser de até 10% do resultado líquido financeiro obtido pelo projeto.

Reconhecimento
Programas dessa natureza são vistos de forma vantajosa por especialistas que acreditam que a gestão participativa gera resultados melhores. Para Caio Brisola, diretor executivo da Marcondes Consultoria, a ação cria identidade principalmente com a geração Y. “Eles (geração Y) são bem informados, plugados e cada vez mais querem contribuir e não apenas seguir o que é sugerido pelos chefes”, diz. Da mesma forma, quando chega o momento de implementar, o funcionário está muito mais disposto a colaborar com a mudança. “É uma forma de administrar bastante louvável que não predispõe que apenas meia dúzia de líderes sabem o que deve ser feito”, diz Brisola. O reconhecimento financeiro é um dos agentes motivadores da participação dos funcionários, mas é o reconhecimento profissional a razão principal da dedicação aos programas. “É um trabalho muito valorizado pelos acionistas e diretores do grupo, que coloca o funcionário em evidência”, diz Patrícia Fonseca, da UniAlgar. De acordo com Hashimoto, funcionários preferem a valorização profissional a uma promoção ou bônus. “Muitas empresas ainda acreditam que não vale a pena estimular programas de intraempreendedorismo porque não têm recursos financeiros para premiar. Mas o que os funcionários mais querem ganhar é visibilidade dentro da companhia”, afirma.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Universitário é o melhor empreendedor?

Fonte: Exame PME - maio 2010

Esta é a idéia defendida por Ronald Jean Degen, pioneiro no ensino de empreendedorismo no Brasil

Muita gente acredita que não existe idade certa para começar um empreendimento. Para Ronald Jean Degen, esta ocasião existe, sim. "A universidade é seu momento de máxima criatividade", diz. Engenheiro, mestre pela Politécnica de Zurique e doutorando pelo ISM de Paris, Degen é responsável por impulsionar o ensino de empreendedorismo no Brasil, quando implantou o primeiro curso sobre o assunto na Fundação Getulio Vargas, em 1980.

O suíço resolveu mostrar aos seus alunos que a pobreza do país só poderia acabar com boas ideias e empresas com desenvolvimento sustentável. Em 1989, Degen transformou as aulas no livro "O Empreendedor - Fundamentos da Iniciativa Empresarial", seu primeiro sobre o tema. Dez anos depois, publicou "O Empreendedor - Empreender Como Opção de Carreira". Vice-presidente do Conselho de Administração da Masisa, no Chile, o executivo falou com exclusividade ao site Exame sobre o momento ideal para começar um negócio e a importância da universidade para formação de empreendedores.

EXAME - Existe melhor momento para começar um negócio?

Ronald Jean Degen - Sim. É na universidade que você está mais preparado para inovar, porque é o seu momento de máxima criatividade, você está aprendendo, gostando daquilo e se realizando. E também ainda não assumiu suas obrigações sociais. À medida que suas obrigações aumentam, mais dependente você se torna de um salário e menos propenso a arriscar. É da universidade que saem as grandes ideias.

EXAME - Como você enxerga o ensino de empreendedorismo no Brasil?

Degen - Uma das deficiências é que no Brasil os cursos de empreendedorismo fazem parte da grade das escolas de administração. Por isso, os cursos de empreendedorismo se transformaram em cursos de planos de negócios. Mas fazer um plano de negócios não é montar um negócio. O que eu proponho é a criação de um centro aberto de empreendedorismo, em que não importa se o sujeito já se formou ou não. O ideal é que você atraia todas as especialidades e que eles se juntem para criar negócios.

EXAME - Qual deve ser o perfil do professor de empreendedorismo?

Degen - Ele tem que ser um coach, alguém que ajuda quem quer ser empreendedor. O professor não precisa de diploma, o certificado dele é um negócio de sucesso. Ele precisa ajudar o aluno a descobrir o que gosta e se está disposto a seguir o estilo de vida que o negócio exige.Além disso, tem que trazer para a escola alguns mentores, o que chamamos de investidores-anjos, que são executivos interessados em investir nestes empreendimentos.

EXAME - Uma idéia e dinheiro bastam para ter um negócio?

Degen - As estatísticas mostram que quem tem dinheiro para começar um negócio tem mais chances de fracassar do que quem não tem. Quando você tem dinheiro, você tem uma ideia e realiza. Quando você não tem, tem que trabalhar muito mais, pesquisar muito mais e convencer alguém a te dar o dinheiro. Além disso, todo bom negócio precisa de quatros coisas: saber produzir, saber administrar, ter criatividade e saber integrar equipe, fornecedores e consumidores. Como ninguém tem essas quatro habilidades sozinho, é comum que a maioria dos negócios seja formada por um grupo de sócios.

EXAME - Existem características comuns aos empreendedores?

Degen - O empreendedor é aquele que inova. Isto é uma questão de prática. Não é ciência nem arte. Você tem que aprender e criar com a sua experiência uma base de conhecimento. É possível treinar seu cérebro para ser inovador. Nunca se descobriu nenhuma característica em comum entre pessoas empreendedoras. Para mim, só uma coisa é imprescindível, a força de vontade. Isso é a base de sucesso para tudo.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Negócios inteligentes para a Geração Y

Negócios inteligentes para a Geração Y - este é o tema central do evento ON Week que vai ocorrer entre os dias 25 e 27 de maio no Teatro Vivo em São Paulo.
Também serão abordados temas como o empreendedorismo, dia-a-dia de uma start-up, criatividade, estratégia de marca e mídias digitais.

O evento vai contar com mais de 20 palestrantes diferentes.

E o melhor, é gratuito.

http://resultson.com.br/resultson-week/

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Dicas de um empreendedor

Na semana passada estive na palestra do co-fundador do Skype, Niklas Zennström, no Insper. Ele falou de empreendedorismo e investimento em negócios de risco.

Além de ter co-fundado o Skype, o empreendedor Niklas Zennström criou o site de download de músicas Kazaa e o Joost de vídeos. Também é um dos proprietários do fundo ATOMICO que investe em empresas de tecnologia em estágios iniciais.

Niklas fez alguns comentários que são dicas para as pessoas que desejam empreender:
- empreender envolve risco e ter risco também envolve falhar
- empreendedores devem sempre pensar grande
- ser empreendedor é um estilo de vida e não um trabalho
- é preciso persistência, de verdade. Por exemplo, foram necessárias 26 reuniões pela Europa até conseguir o primeiro round de investimento para o Skype
- uma ideia com dinheiro e sem pessoas não significa nada. Pessoas empreendedoras e comprometidas com uma ideia conseguem fazer acontecer com quase nada
- muitas vezes você aprende muito mais quando abre um negócio do que quando vai à faculdade (o interessante é que ele falou isso dentro de uma escola de negócios!).

Niklas veio ao Brasil para buscar novas oportunidades para o fundo ATOMICO. Está procurando pessoas empreendedoras e novos negócios, disse que o Brasil é um país muito propenso a criar novas tecnologias.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Clusters de inovação

Um cluster de inovação pode ser definido como uma concentração de empresas interconectadas – incluindo fornecedores, provedores de serviços, universidades, associações de comércio – onde a proximidade entre elas agrega vantagens a todos pela concentração de uma expertise e recursos especializados.

O empreendedorismo é a competência chave dos clusters, pois permite o contínuo crescimento da inovação, comercialização de novas tecnologias, experimentação de novos modelos de negócios e desenvolvimento de novos mercados.

Clusters de inovação são caracterizados por possuir ativos móveis – como dinheiro, pessoas, informação, know-how e propriedade intelectual – que facilitam o surgimento rápido de inovações pela experimentação, formação de ventures e possivelmente o fracasso.

Talvez o cluster de inovação mais notável seja o Vale do Silício situado na Califórnia. As startups e pequenas empresas tecnológicas da “região incubadora” têm necessidades de especialistas como advogados, banqueiros, capitalistas de risco e consultores. Muitas das empresas estabelecidas na região emergiram de pequenas iniciativas empreendedoras. Isto também gera um ciclo virtuoso, pois os profissionais empreendedores que tiveram sucesso em algum momento se tornam investidores ou conselheiros de novos negócios na própria região.

O Brasil também tem iniciativas – ainda que incipientes – nesta direção. Empresas de base tecnológica circundam a região da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). O mercado para o desenvolvimento dessas empresas ainda é limitado principalmente porque as iniciativas de capital de risco para alavancar negócios em estágios iniciais são pouco desenvolvidas no país.

terça-feira, 23 de março de 2010

Empreendedorismo local e reconhecimento internacional

Ana Luiza Trajano é chef do Restaurante Brasil a Gosto, que fica no coração dos Jardins em São Paulo. O restaurante é brasileiro em todos os aspectos, dos ingredientes aos móveis, dos talheres às vestimentas dos funcionários.

Tudo é muito coerente, tudo está relacionado com tudo. É brasilidade em cada canto. Os clientes do restaurante têm a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a culinária de algumas regiões do Brasil com cardápios temáticos e exclusivos.

Antes de abrir o restaurante em 2005, Ana Luiza viajou pelo Brasil conhecendo e testando as receitas de todas as regiões brasileiras. A viagem deu origem ao livro “Brasil a Gosto” – um livro lindo com imagens sobre a culinária, os mercados e a cultura brasileira ao redor da mesa.

Ana Luiza é um exemplo do que é pensar grande sobre um conceito simples. Ela não ficou restrita ao seu restaurante. Este ano no evento The Cook Book Fair realizado em Paris, o livro estava concorrendo ao melhor livro do mundo na categoria Fotografia. E tirou o primeiríssimo lugar! Orgulho para Ana Luiza e orgulho para o Brasil. Empreendedores como ela ajudam a divulgar o Brasil fora com muito bom gosto e inovação, sem cair nos tradicionais samba e futebol.
Eu recomendo: http://www.brasilagosto.com.br/site/